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Sobre a Consultoria

A partir da regulamentação, o mercado de saúde suplementar brasileiro torna-se cada vez mais técnico.

É inevitável que as empresas procurem firmar parceria com uma consultoria técnica neste segmento.

Empresários e profissionais de RH têm cada vez mais dúvidas de qual o modelo de plano de saúde médico e odontológico deve ser implantado para melhor atender seus funcionários e dependentes, assim como o formato de custeio destes benefícios para a empresa.

Muitas operadoras investem no desenvolvimento de recursos próprios e rotinas que possibilitem um maior controle sobre as utilizações dos serviços.

Ao mesmo tempo em que a legislação proíbe limitações sobre os procedimentos cobertos, permite a comercialização de planos coparticipativos, que minimizam o impacto dos custos nas mensalidades e inibe as utilizações desnecessárias do plano.

O mercado se adapta de acordo com as necessidades e as operadoras passaram a se posicionar com maior rigidez. Exemplo disso é o controle das despesas assistenciais através das auditorias médicas, principalmente em âmbito hospitalar in loco.

Assim como em outros segmentos, a tecnologia avança a passos largos na área da saúde. Os equipamentos radiológicos cada vez mais sofisticados oferecem diagnósticos de alta definição.

Especialidades como ortopedia, cardiologia, neurologia, contam com próteses e órteses de alta tecnologia, que aliadas aos medicamentos de última geração, aumentam a sobrevida das pessoas.

Novas técnicas cirúrgicas são frequentemente desenvolvidas, absorvendo demandas de tratamentos antes inimagináveis.

Ao mesmo tempo, tudo isso vem sendo incorporado nas coberturas dos planos, aumentando as despesas das operadoras e tornando o plano de saúde médico-hospitalar um dos maiores custos de RH para as empresas em termos de benefício.

Por mais que as operadoras desenvolvam fluxos que lhes permitam maior controle dos custos assistenciais, as empresas precisam fazer sua parte.

As informações obtidas através de relatórios gerenciais são de extrema importância para elucidar o comportamento do grupo no que se refere à utilização do plano.

Mas de nada servem as informações se não forem utilizadas para o Gerenciamento de Risco Compartilhado.

Não se pode esperar que apenas as operadoras façam todo o trabalho. A empresa deve preocupar-se em manter os resultados dos contratos equilibrados, caso contrário estará obrigada a absorver índices de reajustes anuais que podem inclusive inviabilizar a manutenção do benefício.

É preciso estar mais próximo dos funcionários, conhecer as suas necessidades e limitações. Os programas de Promoção e Prevenção da Saúde são de extrema importância, mas a maioria das empresas não possui pessoal técnico qualificado para desenvolvê-los.

O gerenciamento dos riscos exige muito mais do que apenas identificar e acompanhar os portadores de doenças crônicas. Urge definir o melhor modelo, conhecer o perfil dos beneficiários, bem como criar indicadores que mostrem a realidade dos fatos. Assim, a empresa poderá orientá-los na forma correta de utilização dos planos.

O absenteísmo e o presenteísmo são dois dos principais fatores que afetam os resultados operacionais das empresas. É preciso planejar e desenvolver as regras que visam minimizar estes impactos.

Outro ponto fundamental é a integralização das informações obtidas através da medicina ocupacional e assistencial, proporcionando maior controle e acompanhamento dos procedimentos e tratamentos necessários.

A gestão compartilhada deve ser permanente e sempre que possível aperfeiçoada. A divulgação dos objetivos da empresa deve ser feita constantemente e em uma linguagem de fácil entendimento. Termos técnicos dificultam e distorcem a absorção das informações.

É natural que a maioria das empresas não possua profissionais especializados na legislação da saúde suplementar e nas práticas de mercado. A consultoria não visa à substituição dos profissionais de RH das empresas, mas sim auxiliá-los e orientá-los na obtenção de melhores resultados na gestão do benefício saúde.

Os honorários da consultoria são normalmente absorvidos pelas operadoras, sem que estes tragam impacto financeiro nos resultados do contrato. As principais operadoras reconhecem a importância da consultoria técnica. O objetivo é a intermediação entre a operadora e a contratante, aonde ambas devem possuir seus direitos e obrigações preservados.

Quanto mais conhecerem a saúde dos beneficiários vinculados à empresa, mais vantagens e benefícios às operadoras poderão oferecer.

Afinal é a saúde dos funcionários que faz a saúde da empresa.

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